Mulher é presa no JD Santa Clara, acusada de tráfico de drogas
05/10/2018 15:54 em Novo Horizonte

Da Redação:

Uma mulher, que não teve sua identidade revelada, foi detida e presa pela Polícia Militar, na manhã desta quinta-feira (04), no JD Santa Clara, em Novo Horizonte.

Durante patrulhamento pelo Jd Santa Clara, Policiais Militares da 2ª Cia de Novo Horizonte, teria se deparado com um rapaz, defronte a um bar, e este ao visualizar a viatura policial, teria corrido para sua residência, porém, fora abordado ainda na calçada defronte ao imóvel.

Segundo informações, durante a abordagem, os policiais não teriam encontrado nada de ilícito com o rapaz, porém em conversa com o mesmo, esse disse ser usuário e, que teria adquirido entorpecente ainda no mesmo dia, de um casal, indicando o local aos policiais.

Em ato contínuo os policias foram até a casa, onde o casal moraria, e lá, em conversa com a moradora, esta negara ter vendido entorpecentes ao rapaz, e disse-lhes ser usuária. Portanto, de acordo com informações, os policiais ao efetuarem busca na residência, teriam localizado no interior de uma almofada, oito porções de uma substância de cor amarelada, aparentando ser a droga crack, embaladas em plástico branco, prontas para venda.

Durante as buscas, os policiais teriam encontrado ainda no interior de uma gaveta de uma cômoda, dinheiro, uma faca, uma tesoura, um frasco plástico e dois celulares.

Sobre a droga encontrada, a mulher teria alegado aos policiais, que seriam para seu consumo (seu uso).

Diante das circunstâncias, foi dado voz de prisão a mulher, sendo conduzida à Central de Polícia Judiciária. Por tanto, ao chegar à central, a mulher teria dito aos policiais, trazer consigo, em suas partes íntimas, mais entorpecentes.

Pela central, a mulher retirara um invólucro plástico, contendo uma pedra maior da mesma substância, outrora localizada em sua residência.

Totalizando assim, nove porções de substância aparente com a droga “crack”.

Mulher apresentada ao delegado, que após cientificar-se dos fatos, entendeu por formalizar a voz de prisão dada pelo militares. Sendo a mulher encaminhada à DIG- Delegacia de Investigações Gerais de São José do Rio Preto, onde permaneceria à disposição da justiça.

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